
Resident Evil Requiem: O novo fenômeno que quebrou recordes de vendas
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O trono do horror tem um novo soberano. Em menos de dois meses, Resident Evil Requiem (RE9) aniquilou as metas fiscais da Capcom, atingindo a marca astronômica de 7 milhões de unidades vendidas.
O anúncio, feito pelo diretor Koshi Nakanishi, é uma celebração nos bastidores da empresa, e é o atestado de que a fórmula de dualidade entre Leon S. Kennedy e Grace Ashcroft atingiu o “ponto de ignição” que a franquia buscava desde o reboot de 2017.
Qual o motivo do sucesso de Resident Evil Requiem?
No Portal Viciados, analisamos que o sucesso de Requiem (disponível para PS5, Xbox Series X/S, PC e Nintendo Switch 2) reside em uma decisão de design corajosa: a liberdade total de perspectiva.

Ao permitir que o jogador alterne entre primeira e terceira pessoa, a Capcom capturou tanto os puristas dos clássicos quanto a nova base de fãs de Resident Evil 7 e Village.
O verdadeiro segredo do engajamento, que justifica esse crescimento acelerado desde o lançamento em 27 de fevereiro, é o retorno às ruínas de Raccoon City. A mistura de nostalgia com mecânicas modernas de investigação do FBI criou uma tensão narrativa que o mercado de jogos AAA raramente entrega com tal polimento.

O custo do jogo no Brasil (cerca de R$ 349) e em Portugal (aproximadamente 74,99€) não impediu que o título se tornasse o mais rapidamente vendido da história da série, provando que o público está disposto a pagar o preço por uma experiência que respeita seu legado.
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